Theodore Seuss Geisel, mais conhecido como Dr. Seuss, foi um dos mais famosos escritores de literatura infantil dos Estados Unidos. Falecido em 1991, deixou um legado de 46 livros cheios de personagens extremamente originais, temas muito bacanas, rimas de difícil tradução e vários nomes e palavras inventadas. De um tempo para cá, apesar das obras de Dr. Seuss sempre terem encontrado recepção na televisão americana, elas passaram a ser adaptadas ao cinema, como foi o caso de O Grinch, O Gato e Horton e o Mundo dos Quem. O Lorax é a mais nova adaptação cinematográfica de obra desse grande autor, a segunda em computação gráfica.
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Crítica de filme: A Dangerous Method (Um Método Perigoso - Festival do Rio 2011 - Parte 9)
David Cronenberg sempre teve seu nome associado a filmes nojentos e/ou cheios de sangue. Mas essa sempre foi uma visão reducionista demais da capacidade desse grande diretor. Sim, sem dúvida ele esteve envolvido em clássicos do horror nojento e sanguinolento (vide Rabid, Scanners - Sua Mente Pode Destruir, Videodrome, A Mosca e vários outros) e sim, sem dúvida são esses os filmes que marcam sua carreira e o torna um ícone desse tipo de obra. No entanto, nenhum dos grandes filmes de Cronenberg pode ser somente visto em sua superfície pois sua qualidades vão muito além das aparências. Eles tratam de violência, sexo, morte, horror psicológico e vários outros temas duro que são extremamente bem trabalhados, isso se você conseguir resistir às cenas que fazem alguns torcerem narizes.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Crítica de filme: Spy Kids: All the Time in the World (Pequenos Espiões 4)
Hollywood e suas franquias... Eles realmente não sabem quando parar. Mas eu entendo. Afinal, o primeiro Pequenos Espiões custou 35 milhões e fez 147, o segundo custou 38 e fez 119 e o terceiro custou também 38 mas fez 197 milhões. Assim, era óbvio que a parte 4 era só uma questão de tempo. Entre isso e criar uma franquia nova, Hollywood sempre optará por tirar o máximo de algo que já existe.
domingo, 25 de março de 2012
Crítica de TV: Mad Men - 4ª Temporada
Depois de longuíssimos 15 meses de hiato gerado por discussões monetárias que poderiam afetar sua continuidade, Mad Men volta às telinhas hoje, em sua quinta temporada. Findas as discussões, a produção da nova temporada foi tardiamente autorizada, o que criou esse intervalo incomum. O lado bom disso tudo é que a AMC já autorizou, também, mais duas temporadas. Assim, nada mais propício do que fazer meus comentários sobre a quarta temporada, que só vi há pouco tempo, para diminuir a ansiedade da espera. É inevitável falar de acontecimentos das primeira, segunda e terceira temporadas, pelo que espere alguns spoilers, mas nunca da própria quarta temporada.
sábado, 24 de março de 2012
Crítica de filme: The Hunger Games (Jogos Vorazes)
A premissa de Jogos Vorazes é batida, mas só se você focar na superfície. É uma espécie de mistura entre The Running Man e Battle Royale já que coloca jovens se matando em uma arena para um emergir vitorioso. Acontece que Suzanne Collins, a autora do bestseller de 2008 de mesmo nome que foi adaptado ao cinema por ela própria junto com o co-roteirista e diretor Gary Ross, foi muito mais além do que uma competição sangrenta, imprimindo fortes mensagens anti-belicistas (na linha de "O Senhor das Moscas", de William Golding) e, principalmente, sobre o poder da manipulação dos meios de comunicação (lembrando fortemente o clássico "1984" de George Orwell).
sexta-feira, 23 de março de 2012
Crítica de livro: The Hunger Games (Jogos Vorazes)
Jogos Vorazes é o primeiro livro de uma trilogia escrita pela autora americana Suzanne Collins, que continua com Em Chamas (Catching Fire) e termina com A Esperança (Mockingjay), todos já publicados no Brasil. O esperadíssimo filme baseado no primeiro livro estréia mundialmente hoje e, com toda a expectativa em volta disso, resolvi ler a trilogia, apesar das obras serem para adolescentes e eu já ter passado dessa fase há muito tempo.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Crítica de filme: Pina
É, tenho que admitir: minha ignorância é sem fronteiras. Antes de Pina concorrer ao Oscar de 2012 na categoria de Melhor Documentário, eu nunca tinha ouvido falar nem do filme em si nem da pessoa objeto do filme, a coreógrafa e dançarina alemã Philippina "Pina" Bausch, falecida em 2009. E, já que estou confessando ignorância, vou aproveitar e também confessar que nunca fui lá muito chegado a dança em geral, seja clássica, moderna ou, meramente, um arrasta-pé. Mas o fato do filme ter concorrido ao Oscar aliado ao nome de Wim Wenders na direção definitivamente me chamou a atenção e fui conferir o filme no cinema e em 3D.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Crítica de filme: John Carter (John Carter - Entre Dois Mundos)
A Disney acabou de declarar para seus acionistas que, devido ao fracasso de bilheteria de seu custoso filme John Carter, ela contabilizaria 200 milhões de dólares de prejuízo, o que levaria a um prejuízo operacional de até 120 milhões de dólares para a empresa como um todo, no segundo trimestre de 2012. Sim, John Carter foi - ou melhor, continua sendo - uma gigantesca bomba na bilheteria mas a pergunta que se deve fazer é: esse fracasso é merecido?
Crítica de livro: A Princess of Mars (Uma Princesa de Marte)
Há exatamente um século, no mesmo ano que criou Tarzan, provavelmente seu personagem mais famoso, o prolífico e muito imaginativo escritor americano Edgar Rice Burroughs criou John Carter. Na verdade, Carter e Tarzan não são lá muito diferentes entre si. As duas estórias têm, como premissa básica, a noção de "um estranho em terra estranha", sendo que Tarzan é um humano criado por gorilas em meio à selva africana enquanto que John Carter é um humano transportado para Marte, tendo que lidar com seres estranhos.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Crítica de filme: Drive
Drive tem potencial para polarizar seus espectadores. Para começar, ele foi vendido como filme de perseguição automobilística e isso ele não é. Assim, aumenta as chances de muitos ficarem frustrados. Sim, tem perseguição mas não é da maneira como se imagina normalmente. Além disso, Drive é um filme, digamos, lento. Tem seu ritmo próprio, com certeza, mas é lento, o que vai irritar muito a grande maioria do público atual que exige ação a cada cinco minutos já que cenas plásticas e diálogos longos são, pelo visto, insuportáveis no mundo frenético em que vivemos. Por outro lado, aqueles que gostam de filmes cheios de estilo, apreciam cenas laboriosas e lentas e, ainda por cima, gostam de filmes cujas "aparências enganam", adorarão esse filme.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Oscar 2012 - Os ganhadores e meus comentários
Acabou de acabar a 84ª festa de entrega dos Academy Awards, mais conhecida como a festa do Oscar. Sinto saudade da vez que estive por lá pois foi uma experiência inesquecível. Essa cerimônia foi boa, com alguns ótimos e diferentes momentos e outros nem tanto.
Mas vamos aos pontos positivos e negativos da cerimônia que, como grande novidade, teve a volta de Billy Crystal como apresentador, depois que Eddie Murphy desistiu por força das burradas que Brett Ratner, o então produtor do show e seu amigo fez. Crystal foi uma aposta segura pois ele sempre foi um apresentador consistente (são 9 apresentações com a de hoje) e é adorado por seus pares. Prova disso foi que, ano passado, ele apareceu na cerimônia para apresentar um Bob Hope digital e, logo quando entrou, foi recebido de pé pelos presentes.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Oscar 2012 - As críticas e minhas previsões
Já vi todos os candidatos ao Oscar desse ano, com exceção das três categorias de curta-metragem (animado, live action e documentário), da categoria de documentário longa-metragem (vi três dos cinco candidatos) e de filme estrangeiro (vi um dos cinco candidatos). É verdade que ainda não consegui escrever as críticas de todos mas elas virão muito em breve. De toda forma, acho que posso arriscar meus palpites para a cerimônia de amanhã, dia 26 de fevereiro.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Crítica de filme: Warrior (Guerreiro)
É difícil barrar filmes de "esporte" como veículos para excelente estórias de superação de obstáculos aparentemente intransponíveis. Dentro desse nicho, diria que os filmes de "luta" são ainda mais propícios para essa lição, já que os lutadores não dependem de uma equipe, apenas de sua própria força de vontade e, dependendo do filme, de seu treinador e/ou sua família mais próxima. Guerreiro é o mais novo filme nessa linha e, para minha gratíssima surpresa, talvez o melhor (sim, isso mesmo, o melhor).
Crítica de filme: A Separação (Jodaeiye Nader az Simin)
Em sua superfície, A Separação é um filme que trata sobre isso mesmo, uma separação. O casal, de uma classe mais alta iraniana, claramente ainda se ama mas Simin (Leila Hatami) acredita que, se eles se mudarem para o exterior, a filha do casal, Termeh (Sarina Farhadi), terá melhores chances na vida. Nader (Peyman Maadi) é contra a mudança pois ele precisa ficar para cuidar de seu pai idoso e que sofre de Alzheimer (Ali-Asghar Shahbazi). Assim, para Simin, a separação é a única solução mas desde que, claro, Nader abra mão de Termeh, algo que ele se recusa a fazer.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Crítica de filme: Extremely Loud & Incredibly Close (Tão Forte e Tão Perto)
Eu bem que tentei enxergar a trama por trás de Tão Forte e Tão Perto mas o histrionismo do menino Oskar Schell (Thomas Horn) me impediu na maioria do tempo. Durante os intermináveis 129 minutos de projeção, eu me remexia na cadeira do cinema, tentando encontrar posição para aturar os longos monólogos de cultura de "rádio-relógio" desse pseudo-geninho de 9 anos que perdera o pai (Tom Hanks, em uma ponta no papel de Thomas Schell) no atentado terrorista de 11 de setembro de 2001.
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