sábado, 24 de dezembro de 2011

Crítica de TV: Sherlock - 1ª temporada


Sherlock Holmes, criado em 1887 por Arthur Conan Doyle, médico e autor escocês, é, talvez, um dos personagens fictícios mais famosos do mundo. Transposto para as telas de cinema e da televisão incontáveis vezes, o maior detetive de todos os tempos ganhou, em 2009, nova versão cinematográfica reimaginada, batizada simplesmente de Sherlock Holmes, estrelada por Robert Downey Jr. e Jude Law (como Watson) e dirigida por Guy Ritchie. No entanto, o filme de Ritchie, apesar de se passar na era vitoriana, trouxe um Sherlock Holmes mais na linha do que se espera de filmes de ação atuais, com ação insana e mistérios mais simples para consumo da massa (com a trama devidamente explicada de maneira bem didática).

Crítica de filme: Happy Feet Two (Happy Feet 2: O Pinguim)

Nunca entendi o amor por Happy Feet. Ok, o primeiro filme é muito bom sob o ponto de vista técnico: a computação gráfica tem texturas incríveis e as paisagens são lindas e extremamente detalhadas. Além disso, claro, há criaturas fofíssimas e para lá de simpáticas. Mas o filme é, no máximo, morno, com uma estória estranha sobre um pinguim que não gosta de cantar, só dançar (Mano, no original com a voz de Elijah Wood).

Crítica de filme: The Muppets (Os Muppets)

Vivemos uma época em que é impossível apreciar um filme com Os Muppets. Afinal, são marionetes de pano falantes e não efeitos especiais em computação gráfica. O filme nem em 3D foi lançado, imagine isso! Além do mais, o tipo de humor e os valores passados são coisa do século XX, ou seja, completamente ultrapassados.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Crítica de filme: The Ides of March (Tudo pelo Poder)

Tudo pelo poder é um thriller político que aborda as intrigas de um dos sistemas eleitorais mais complicados que existem: o dos Estados Unidos. Não sou um grande especialista no assunto (aliás, longe disso) mas é mais ou menos isso que ocorre: os candidatos a candidato a presidente de cada partido fazem uma competição entre si, chamada de primárias, que ocorre em momentos diferentes em cada estado americano, sendo que alguns são mais decisivos que os outros. Eles passam por um sistema de votação como outro qualquer e o que sai vitorioso ao final é levado para concorrer à presidência.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Crítica de filme: Mission: Impossible - Ghost Protocol (Missão: Impossível 4 - Protocolo Fantasma)

Tom Cruise está de volta na pele de um de seu personagens mais marcantes: Ethan Hunt, o mais destemido - e louco - agente da IMF, sigla para Impossíble Missions Force. Será que Ethan Hunt fez falta desde que o último filme da série foi lançado em 2006? Bom, pelo menos para mim, a resposta é um sonoro sim (e olha que, em geral, eu não faço questão de continuações).

A série cinematográfica - por sua vez baseada no famoso seriado de TV homônimo da década de 60 - é uma das mais espetaculares do cinema. E por espetaculares eu quero dizer no sentido básico da palavra: "criador de espetáculo". Todos os filmes, até aqui, conseguiram reunir uma estória minimamente razoável mas com um número magnífico de pirotecnias e, ahem, feitos impossíveis. Não dá para querer muito mais do que isso na categoria "deixe seu cérebro na porta do cinema".

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Crítica de filme: La Piel que Habito (A Pele que Habito)

Se você não sabe nada sobre esse filme, faça um favor a você mesmo e pare de ler imediatamente essa crítica, assista o filme e depois volte aqui e me diga se concorda com o que escrevi. Não que eu vá contar alguma coisa que você não deveria saber mas sim porque o mais novo filme de Pedro Almodóvar merece ser visto sem que se tenha qualquer pista do que se trata.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Crítica de filme: O Caçador de Troll (Trolljegeren - Festival do Rio 2011 - Parte 5)

Terceiro filme de Halloween para comemorar o dia!

O Caçador de Troll é mais um daqueles filmes de found footage, ou seja, é como se fosse um documentário montado a partir de gravações "achadas" em determinados lugares. É, basicamente, um dos vários filhos de A Bruxa de Blair, como, por exemplo, Atividade Paranormal, e [Rec]. Particularmente, apesar de ter gostado desses exemplos que dei, estou meio cansando desse tipo de filme. Só vi O Caçador de Troll por achar minimamente interessantes esses monstros oriundos da mitologia nórdica.

Crítica de filme: Attack the Block (Ataque ao Prédio - Festival do Rio 2011 - Parte 4)

Outro filme de Halloween para comemorar o dia. Attack the Block é um pequeno filme britânico de 2010 que andou fazendo sucesso em circuitos de festivais de cinema.

Imaginem um daqueles filmes de monstros da década de 80 mas não aqueles com grandes orçamentos e sim os com monstros mal feitos, até mesmo ridículos como Critters ou Tremors, mas com estórias bem contadas e cativantes. Bem, Attack the Block é exatamente isso: uma volta aos anos 80 de baixo orçamento. O "baixo orçamento" é importante pois quero deixar bem clara a diferença entre Attack the Block e Super 8, o outro filme nostálgico dos anos 80.

Crítica de filme: Juan dos Mortos (Juan de los Muertos - Festival do Rio 2011 - Parte 3)

Hoje é o Dia das Bruxas. Assim, nada melhor do que comemorar escrevendo sobre um pequeno filme cubano de zumbis escrito e dirigido por Alejandro Brugués e estrelado pelo engraçado Alexis Diaz de Villegas, no papel título.

Juan (Alexis) é um cubano especialista em não fazer absolutamente nada. Quando somos apresentados a ele, ele está boiando em uma balsa improvisada junto com seu melhor amigo Lazaro (Jorge Molina). Os dois estão pescando mas sem se esforçarem muito, claro.

domingo, 30 de outubro de 2011

Crítica de videogame: Uncharted 2: Among Thieves


Com o lançamento do esperadíssimo Uncharted 3: Drake's Deception marcado para 1º de novembro e tendo jogado o primeiro Uncharted há mais de um ano, nada mais natural do que eu ter me dedicado a acabar Uncharted 2: Among Thieves agora, ainda que, para isso, eu literalmente tenha que ter pedido ajuda "dos universitários", conforme deixarei claro lá pela frente.

Mas, antes de começar, alguns alertas: não sou um grande jogador de games, apreciando-os esporadicamente aqui e ali. Falta-me tempo para eles e, exatamente por isso, os jogos multiplayer nunca me interessaram. Não foi exceção com Uncharted 2. Apenas joguei a campanha, sem nem tocar no multiplayer que, dizem os especialistas, é sensacional. Também não sou daqueles que fica catando cada um dos troféus de jogos pois simplesmente tenho mais o que fazer, ainda que eu respeite quem faça isso. Assim, essa crítica é de um jogador casual apenas.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Crítica de filme: Contágio (Contagion - Festival do Rio 2011 - Parte 2)

Contágio estréia oficialmente por aqui na próxima sexta, dia 28 de outubro mas não resisti e assisti ainda durante o Festival do Rio. Afinal de contas, é um filme dirigido por Steven Soderbergh, que nos trouxe os ótimos O Desinformante!, Onze Homens e Um Segredo, Solaris (a refilmagem) e Traffic. Além disso, o filme conta com uma constelação de atores quase sem precedentes: Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Laurence Fishburne, Kate Winslet, Jude Law, Marion Cotillard, Elliott Gould, Bryan Cranston, John Hawkes, dentre vários outros.

Crítica de filme: O Detetive Indiano (Festival do Rio 2011 - Parte 1)

Apesar de ter participado ativamente do Festival do Rio 2011, não consegui escrever meus comentários sobre os filmes que vi a tempo. Como é melhor tardar do que falhar, a partir de hoje postarei uma ou duas críticas por dia até completar os 11 filmes que vi esse ano.

O Detetive Indiano é um documentário indiano (em co-produção com os Estados Unidos e Inglaterra) dirigido por Philip Cox. Apesar de ser um documentário, o filme é tão interessante que funciona quase que como uma obra de ficção.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Crítica de filme: Real Steel (Gigantes de Aço)

Não pode ser sério nem minimamente razoável um filme que tem a premissa de lutas de boxe com robôs gigantes.

Com isso na cabeça, fui carregado por um amigo a um cinema em Nova Iorque, onde estava por razões profissionais. O filme começa e, sem perder tempo, somos apresentados a Charlie Kenton (Hugh Jackman), um "treinador" de robôs quebrado e devedor que ganha uns trocados colocando seu velho robô para lutar nos lugares mais improváveis. O último deles é um rodeio em que o robô tem que lutar contra um touro de verdade. Desnecessário dizer que a arrogância do detestável Charlie leva à destruição de seu ganha-pão robótico pelo violento e poderoso animal. Basicamente "bem feito" para nosso herói.

domingo, 9 de outubro de 2011

Crítica de quadrinhos: The New 52 (Os Novos 52) - O novo Universo DC - Parte 4


Finalmente acabou! Consegui ler os 52 títulos do lançamento do novo Universo DC, plano ousado da editora para sacudir suas criações e, claro, ganhar muito dinheiro. Foi uma experiência interessante e desejo sucesso à empreitada e, que, daqui a 6 meses, tudo não se transforme em abóbora e a DC volte ao seu universo normal. Seria ridículo demais. O que ficou claro é que, no frigir dos ovos, a DC jogou no lado seguro e lançou 4 títulos de alguma maneira relacionados com Superman (5 com Liga da Justiça), 10 relacionados com Batman (12 se contarmos com Liga da Justiça e Liga da Justiça Internacional) e 4 títulos no universo os Lanternas Verdes. Tudo bem que ela fez apostas interessantes em títulos como Ressurection Man, Demon Knights, Voodoo e Captain Atom mas o grosso mesmo ficou no lado "sem erros" da editora. Só o futuro dirá que títulos conseguirão ultrapassar o primeiro arco.

Leiam meus comentários sobre a primeira, segunda e terceira semana de lançamentos.

Seguem meus comentários sobre os últimos treze títulos da reformulação:

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Crítica de show: Rock in Rio 2011 - Dia final (02 de outubro)


Como eu comprei dois ingressos do Rock in Rio antes de saber o line-up, acabei escolhendo meu segundo dia pela presença do Guns N' Roses. Com Metallica no dia do Metal, o primeiro dia já havia sido decidido facilmente. Sobre o Guns, já assisti a três shows deles, inclusive com a imbatível formação original. Desde que eles brigaram e o Guns passou a ser composta apenas pelo excêntrico Axl Rose, com outros componentes aleatórios, perdi o interesse neles. Mas não posso negar que Appetite for Destruction e G N' R Lies são dois clássico do rock.

Mas vamos aos meus comentários sobre o último dia do Rock in Rio IV: