Terceiro filme na série setentista, A Fuga do Planeta dos Macacos é também o segundo melhor, só perdendo para o original. Desistindo das sandices que fizeram no filme anterior e trazendo Roddy McDowall de volta, os produtores acertaram na mosca e o diretor Don Taylor (que, em 1980, dirigiria The Final Countdown, um ótimo filme também sobre viagem no tempo) conseguiu extrair da trama um eletrizante filme que, basicamente, volta às raízes do primeiro sem efetivamente contar novamente a mesma estória.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Crítica de filme: Beneath the Planet of the Apes - 1970 (De Volta ao Planeta dos Macacos - 1970) - Parte 2
O enorme sucesso do filme original do Planeta dos Macacos deu origem a uma febre símia na década de 70. O resultado natural disso foi a encomenda, pela Fox, de uma continuação da série. Acontece que, por um desentendimento entre os produtores e Charlton Heston, a estrela do primeiro, sua participação acabou muito reduzida, somente um pouquinho no começo e no final do filme.
domingo, 7 de agosto de 2011
Crítica de filme: Planet of the Apes - 1968 (O Planeta dos Macacos - 1968) - Parte 1
Há muitos anos que não assistia ao clássico Planeta dos Macacos. Sobre as continuações, lembrava-me que tinha visto a segunda, chamada Beneath the Planet of the Apes e que não havia gostado. Sobre as outras três, apenas lembrava-me de relance.
Pois bem, não tem muito tempo, em visita à Fox, sucumbi às compras na loja do estúdio e adquiri todos os cinco filmes em Blu-Ray, numa bela caixa especial com um livro dentro, por um preço substancialmente mais baixo que o preço já descontado da Amazon (vejam a foto da caixa aí em cima). Assim, não me restou outra alternativa que assistí-los, até mesmo em preparação ao vindouro Rise of the Planet of the Apes, que estreou nos EUA nesse fim de semana com uma vitoriosa bilheteria de 54 milhões de dólares, 20 milhões a mais do que a própria Fox esperava. "Rise" estréia por aqui no dia 26 de agosto próximo.
Seguem meus comentários sobre o primeiro, com SPOILERS, pois não creio que exista algum ser humano na Terra com minha idade (além dos 35) que não tenha assistido várias vezes ao menos o primeiro filme (se você não viu, sugiro que veja e depois leia a crítica). As quatro continuações seguirão essa semana ainda.
Seguem meus comentários sobre o primeiro, com SPOILERS, pois não creio que exista algum ser humano na Terra com minha idade (além dos 35) que não tenha assistido várias vezes ao menos o primeiro filme (se você não viu, sugiro que veja e depois leia a crítica). As quatro continuações seguirão essa semana ainda.
sábado, 30 de julho de 2011
Crítica de filme: Captain America: The First Avenger (Capitão América: O Primeiro Vingador)
Em sua escalada para chegar ao filme dos Vingadores, um dos mais esperados de 2012, a Marvel Studios não errou uma vez. Começou com o excelente Homem de Ferro e com o ótimo O Incrível Hulk em 2008, ainda sem tentar realmente amarrar todo o seu universo, fora umas pequenas cenas aqui e ali e as famosas cenas teaser nos respectivos finais. Mais confiante com seus produtos, a Marvel continuou então em 2010 com Homem de Ferro 2, que é bom mas é quase um trailer para os Vingadores. Com as críticas negativas mas ainda com sucesso nas mãos, a Marvel arriscou em 2011 lançando Thor, um herói baseado em mágica (em contraposição à pegada mais "real" dos filmes anteriores) e, novamente, acertou na mosca, até mesmo reduzindo a ligação com Vingadores para não cair no mesmo erro do filme anterior.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Crítica de filme: Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2 (Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2)
Dez anos e oito filmes depois, a saga de Harry Potter chega ao fim e o fim é, sem sombra de dúvidas, a melhor parte de tudo que veio antes. O charme inicial do primeiro filme foi destruído pelo péssimo segundo filme, que logo abriu caminho para o terceiro que, até há pouco mais de duas horas, era o melhor filme para mim. Seguiram-se os filmes quatro, cinco e seis, um pior que o outro, seguindo a qualidade dos livros de Rowling que também se deteriorava pois ela passou a dar mais valor à quantidade de páginas do que à estória. Mas aí veio a primeira parte do sétimo livro, que novamente subiu o nível da série, apesar de sofrer - como os outros - da síndrome de "reprodução integral do livro", algo que desgosto com muita intensidade.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Crítica de filme: Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1 (Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1)
Só o tempo dirá se a série cinematográfica de Harry Potter terá o mesmo sucesso duradouro de Star Wars. Se levarmos em conta a legião de fãs que derramou dinheiro nos cofres da Warner e nos bolsos de J.K. Rowling pelos filmes e pelos livros do bruxinho, o potencial de Potter igualar-se à hexalogia (??) de George Lucas é muito grande, mesmo que não tenha o mesmo apelo no lado de merchandising. Particularmente, como já disse quando comentei o livro que deu base a esse (meio) filme, não sou fã do bruxinho mas, por ser fã de Star Wars (da trilogia original somente, para deixar claro), entendo perfeitamente e simpatizo com o que sentem os Pottermaníacos.
domingo, 10 de julho de 2011
Crítica de filme: Winnie the Pooh (O Ursinho Pooh)
Eu sou da época que o Ursinho Pooh ainda era Ursinho Puff por essas bandas. Lembro-me de As Aventuras do Ursinho Puff de 1977 e fiquei até surpreso com a Disney por resolver fazer um desenho de toda a clássica turma criada por A.A. Milne sem apelar para a computação gráfica e sem 3D. Nos dias de hoje, a animação tradicional, feita à mão, foi quase que completamente esquecida e essa foi uma das razões - além do fato de realmente ter boas lembranças do Ursinho Puff - que fiz questão de levar toda minha família ao cinema para prestigiar esse pequeno "evento".
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Crítica de livro: Harry Potter and the Deathly Hallows (Harry Potter e as Relíquias da Morte)
O oitavo e último filme da saga de Harry Potter será lançado mundialmente no próximo dia 15 de julho. Nada mais apropriado, assim, do que fazer a crítica do livro que deu base ao filme.
Para ser completamente transparente, devo esclarecer que nunca fui o maior dos fãs do bruxo favorito de todos, especialmente dos filmes mas, como há 14 anos (caramba, tudo isso?) eu li o primeiro livro e gostei, decidi que iria até o fim. Devo dizer que me diverti com o primeiro e terceiro livros mas não gostei do segundo, do quarto, do quinto e do sexto.
Para ser completamente transparente, devo esclarecer que nunca fui o maior dos fãs do bruxo favorito de todos, especialmente dos filmes mas, como há 14 anos (caramba, tudo isso?) eu li o primeiro livro e gostei, decidi que iria até o fim. Devo dizer que me diverti com o primeiro e terceiro livros mas não gostei do segundo, do quarto, do quinto e do sexto.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Crítica de filme: Transformers: Dark of the Moon (Transformers: O Lado Oculto da Lua)
Como começar?
Bem, vou me plagiar e dizer que, assim como em Velozes e Furiosos 5, se você viu Transformers 1 e 2 (ou mesmo conhece minimamente o tipo de filme que Michael Bay faz) e procura no 3 um filme inteligente, coerente e longe da fórmula hollywoodiana, então, desculpe-me, você é muito burro e não deveria estar lendo essa crítica. Por outro lado, se você se divertiu com o primeiro Transformers e aturou o segundo, assim como eu, então tenha certeza que o terceiro filme dos robôs gigantes é um prato feito, diversão garantida.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Crítica de filme: Cars 2 (Carros 2)
Podem falar o que quiser da Pixar mas, com pequenos gestos, ela se mostra uma sensacional empresa de entretenimento, talvez a maior de todas. Doc Hudson, o juiz da cidade de Radiator Springs e mentor de Relâmpago McQueen no primeiro filme, tinha a voz de ninguém menos do que Paul Newman. Esse grande ator faleceu em 2008, dois anos depois do lançamento do primeiro Carros e a Pixar teve a decência - e aí minha menção aos "pequenos gestos" - de matar o personagem em Carros 2 e, ao mesmo tempo, mostrar respeito por ele nas falas dos protagonistas. Uma delicada homenagem a um dos maiores nomes do cinema.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Crítica de filme: Kung Fu Panda 2
O Kung Fu Panda original, de 2008, é um agradabilíssimo filme da Dreamworks, que contava a estória de um panda barrigudo e preguiçoso, fã de kung fu e que acaba se tornando o "escolhido" para ser o Dragão Guerreiro para desespero dos Cinco Furiosos que treinaram a vida toda por essa honra e, também, do diminuto Mestre Shifu (que treinou os Cinco Furiosos). Na verdade, esse desenho de computação gráfica é, junto com Como Treinar Seu Dragão, de 2010, as duas maiores criações da Dreamworks, superiores até a todos os capítulos da saga do ogro Shrek.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Crítica de filme: X-Men: First Class (X-Men: Primeira Classe)
Tudo o que vi e ouvi sobre X-Men: First Class me deixou alarmado: personagens “Z” dos quadrinhos, uma indefinição sobre o que é o filme (um prequel, um reboot?), material de divulgação horroroso parecendo que foi feito por fãs, um diretor pouco testado (Matthew Vaughn), produção a toque de caixa e o fato de os últimos dois filmes dos mutantes terem sido muito ruins (no caso do último, péssimo na verdade).
Crítica de filme: Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides (Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas)
O personagem Jack Sparrow, brilhantemente criado por Johnny Depp, cansou e deveria ser aposentado. No entanto, considerando-se a bilheteria até hoje arrecadada pela quarta aventura do estranho pirata (quase 800 milhões de dólares mundialmente em menos de um mês), isso não acontecerá tão cedo. O público manda mesmo quando o público está agindo no “automático”, indo ao cinema só porque lá atrás, quando do lançamento do primeiro Piratas do Caribe, gostou do que viu.
domingo, 29 de maio de 2011
Crítica de filme: The Hangover Part II (Se Beber, Não Case! Parte 2)
Eu me escangalhei de rir com o primeiro Hangover. Com o sucesso (custou 35 milhões e fez quase 470 milhões de dólares mundialmente), uma continuação era mais do que esperada. Desnecessária, com certeza, mas mesmo assim esperada. No entanto, apesar de os trailers já terem dado todas as indicações, não esperava que Todd Philips, o direitor dos dois filmes, fosse jogar de maneira tão simplória, basicamente refilmando o primeiro filme.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Crítica de filme: Fast Five (Velozes e Furiosos 5: Operação Rio)
Antes de mais nada, suponho que, se você está lendo essa crítica, é porque tem interesse na bem-sucedida franquia Velozes e Furiosos iniciada pela Universal em 2001. Já faço essa ressalva pois, depois, não quero ouvir aquela ladainha que o filme é sem sentido, que o roteiro não presta, que as atuações são horríveis e que o filme não é edificante. Vejam bem: é um filme sobre corridas de carros e pancadarias ininterruptas. Foi assim desde o começo e continuará sendo. Quem não gostou do primeiro, deveria ter parado no primeiro.
Ainda estão por aqui? Ótimo, então vamos lá!
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